Dúvidas Frequentes

As dúvidas que

chegam todo dia.

A indicação depende do diagnóstico, do padrão e da estabilidade da queda, além da qualidade e quantidade de fios na área doadora. A avaliação médica e a tricoscopia permitem definir se o transplante é indicado ou se o tratamento clínico deve ser realizado primeiro.

A alopecia androgenética é uma condição crônica e pode ser controlada, mas não possui cura definitiva. O tratamento clínico ajuda a preservar os fios e retardar sua progressão, enquanto o transplante permite redistribuir fios da área doadora para as regiões afetadas.

Os primeiros fios costumam começar a crescer entre o 3º e o 4º mês. A evolução é gradual, tornando-se mais evidente entre 6 e 9 meses, e o resultado final geralmente é avaliado após 12 meses, podendo continuar evoluindo por até 18 meses.

Os fios retirados para o transplante não voltam a crescer nos pontos de onde foram extraídos. Por isso, a retirada deve ser cuidadosamente planejada para preservar a densidade e a aparência natural da área doadora.

A maioria dos tratamentos causa pouco ou nenhum desconforto.

Nos procedimentos que envolvem aplicações ou microagulhamento, pode haver sensibilidade durante a realização, geralmente bem tolerada. Quando necessário, utilizamos medidas para proporcionar maior conforto ao paciente.

Todo procedimento cirúrgico produz algum grau de cicatrização. Na técnica FUE, as unidades foliculares são retiradas individualmente, deixando pequenas cicatrizes puntiformes na área doadora, geralmente pouco perceptíveis após a recuperação.

 

Diferentemente da técnica FUT, não há uma cicatriz linear decorrente da retirada de uma faixa de couro cabeludo.